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	<title>Comentários para O 7.º C em Acção!</title>
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	<description>Blog da Turma</description>
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		<title>Comentário em Os tipos e formas da frase por aleziv</title>
		<link>http://lp7c.wordpress.com/2008/10/29/os-tipos-e-formas-da-frase/#comment-38</link>
		<dc:creator>aleziv</dc:creator>
		<pubDate>Tue, 04 Nov 2008 21:55:20 +0000</pubDate>
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		<description>O professore vai por mais exercícios certo?
=?</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>O professore vai por mais exercícios certo?<br />
=?</p>
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		<title>Comentário em Os tipos e formas da frase por aleziv</title>
		<link>http://lp7c.wordpress.com/2008/10/29/os-tipos-e-formas-da-frase/#comment-37</link>
		<dc:creator>aleziv</dc:creator>
		<pubDate>Tue, 04 Nov 2008 21:49:51 +0000</pubDate>
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		<description>Muito obrigado por ter posto estes exercícios que me ajudam a estudar e ao mesmo tempo são divertidos.
=)


Rodrigo nº20</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Muito obrigado por ter posto estes exercícios que me ajudam a estudar e ao mesmo tempo são divertidos.<br />
=)</p>
<p>Rodrigo nº20</p>
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	</item>
	<item>
		<title>Comentário em Composições escritas &#8211; Tema livre por pedromatias19</title>
		<link>http://lp7c.wordpress.com/2008/10/27/composicoes-escritas-tema-livre/#comment-36</link>
		<dc:creator>pedromatias19</dc:creator>
		<pubDate>Wed, 29 Oct 2008 20:32:43 +0000</pubDate>
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		<description>O Futuro com ET&#039;s
 
	Tudo começou há muito tempo, quando os macacos começaram a andar nas duas patas traseiras e a usar as dianteiras para fabricar instrumentos que lhes eram úteis. O tempo passou, até que... BANG! Rebenta a guerra pela quarta vez em quatro mil anos. Estamos no ano 4950 e já há sinais da quarta guerra mundial por todo o planeta. Ouvem-se tiros, bombas e canhões a rebentarem-se uns aos outros, nos noticiários contam-se o número de vítimas, nos jornais vêem-se, nos cabeçalhos famílias destroçadas, tristes e muito descontentes. Todos os que podem fugir, fogem para o desconhecido, ou seja, para a Lua, para Marte, e há alguns que se atiram de pontes para o fim das suas vidas.
 
	Depois da guerra, todos ficam felizes e voltam para os seus lares. E com isto tudo estamos em 4980.
	A população consegue resistir à crise e depois de tudo reconstruído com milhões e milhões de €uros, volta tudo ao normal.
	Certo dia, numa província longínqua nasce miúdo com grande destino pela frente, mas para isso ele terá que tomar as decisões certas.
	Do outro lado do mundo nasce outro rapaz também com grande destino pela frente, mas este, pelo contrário só tem duas opções para escolher. Uma delas levá-lo-á à fama e à fortuna, e a outra à miséria e à pobreza. Estes dois rapazes são muito parecidos e nascem os dois no dia 24 de Dezembro às 23horas 59 minutos e 58 segundos, no ano 5002.
	Sem se saber como, eles vão parar à mesma Universidade, na cidadela de Sorto, na Estrelândia, no centro do Oceano Atlântico. A Estrelândia foi descoberta através das estrelas, pois em 3050 foi descoberta uma nova linguagem. A Linguagem das Estrelas, e com esta um novo tipo de escrita relacionado com as estrelas. Por exemplo: Na constelação da Ursa Maior está escrito: «Para poderes»; e na Ursa Menor: «Descobrir um novo país»; e se as relacionarmos com as constelações de Capricórnio e Sagitário acabamos por descobrir a frase: «Para poderes descobrir um novo país, no centro de cada oceano vais ter que mergulhar». E assim se descobriu a Estrelândia, mergulhando no centro de cada oceano conhecido.
 
	Mas voltando à história...
	Os nossos rapazes conhecem-se na Universidade, pois enquanto procuravam alguém do seu país descobriram que falavam os dois a mesma língua, o português.
	_Olá, como te chamas? – pergunta o rapaz que nasceu numa província.
	_Olá, chamo-me Gustavo. E tu?
	_Chamo-me André. Estás em que turma?
	_Estou no curso C.2. E tu?
	_Eu também estou nesse curso!
	_Fixe! Sabes em que sala vamos ter aula agora? E qual a disciplina?
	_Vamos ter aula de Química, na sala 3.02.
	_Obrigado
	TRIIIIMMM...
	_UPS! Já lá devíamos estar. – disse o André.
 
	Passam-se 6 anos e ambos acabam o curso com boas notas. E nesse momento começam as grandes opções das suas vidas.
	No ano seguinte conseguem ambos arranjar emprego. O André vai para Inglaterra, para o Instituto Astronómico de Londres (AIL). E o Gustavo para a América, onde vai trabalhar na NASA.
	Com tudo isto a acontecer, já estamos no ano 5030. Nesta altura já existe uma tecnologia tão avançada que um IPod do século XXI era igual a um doce qualquer doce do século LI, ou seja, mais ou menos sessenta cêntimos. E um computador portátil com o tamanho 30cm x 30cm chegava a ter 240 GB de memória.
	No dia 20 de Agosto de 5032, André descobre que existem dois Universos. O nosso e um outro, ao qual chamaram Sub-Verso. E umas semanas mais tarde, na NASA, Gustavo descobrem outro tipo de vida no Sub--Verso à qual deu o nome de Kraylords. Os Kraylords eram uns seres muito esquisitos que sabiam falar todas as línguas do Universo e do Sub-Verso, mas não sabiam nada sobre si próprios. Aqui vem ao de cima a primeira decisão, mas Gustavo não pôde decidir nada, pois o Governo Americano mandou para a Europa as decisões todas. E assim André decidiu, depois de ser autorizado pela União Europeia e pelo Governo Inglês, que devia pedir para quando algum habitante do planeta deles morresse, eles poderiam trazê-lo para o planeta Terra. E, depois de pensarem, os Kraylords acederam ao pedido e, como tinham um bom sistema de comunicação e podiam transferir qualquer ser para qualquer sítio, começaram a montar um aparelho de comunicação holográfica para poderem falar.
	Depois de estar tudo pronto André contactou os melhores cirurgiões e cientistas do mundo, não se esquecendo do seu amigo Gustavo. Quando o Kraylord morto chegou fez-se logo uma troca de conhecimentos, pois a humanidade estava a ajudar os Kraylords a fazerem descobertas científicas favoráveis à sua evolução. Quando o corpo foi aberto saltou de lá de dentro um bicho parecido com uma enguia com duas grandes barbatanas laterais. Felizmente os cirurgiões tinham tomado medidas de precaução e, quando o bicho saltou, bateu com a cabeça num vidro à prova de bala. Este bichinho também foi examinado e, os cientistas determinaram-no como um portador de doenças e chamaram-lhe enguia-portadora, pois era portadora de doenças, e foi determinada como um animal da família dos anfíbios, porque conseguia viver dentro de tudo o que fosse líquido e tivesse oxigénio ou em terra, mas só se alimentava de plantas marinhas e &quot;vegetais&quot; marinhos ou do sangue de alguns seres.
	Enquanto a equipa do grande descobridor do Sub-Verso, André, fazia grandes descobertas, Gustavo foi ficando com ciúmes e, certo dia, despediu-se da equipa e levou alguns corpos consigo para a América, voltando a trabalhar na NASA, durante o ano seguinte. Voltando depois ao país onde os seus pais e avós tinham nascido e vivido e construiu um museu com os ossos de Kraylord que tinha em sua posse. Depois de montar os esqueletos nos expositores, descobriu que, se olhasse com atenção para estes, conseguiria ver os pontos da constelação de Gémeos. Por isso, nessa noite, apontou o seu telescópio que ampliava 200 000 vezes o tamanho de Júpiter mais Saturno e descobriu uma luz mais brilhante que as outras todas, na ponta superior dessa constelação. Já estava quase a carregar no botão verde do seu telemóvel quando se lembrou que podia guardar aquela informação só para si. E nesse preciso momento Gustavo tomou a sua decisão, e esta era crucial para a sua vida. Mas, em vez de Gustavo ter feito a opção correcta ao não contar a sua descoberta ao seu amigo André, resolveu escolher usar aquela, e muitas outras descobertas como recurso, no caso de precisar de fazer chantagem com os Kraylords.
	No dia seguinte, pôs-se a pensar naquele ponto mais brilhante, no céu e perguntou-se: «Como é que consegui ver o planeta deles, se este não está no nosso Universo mas sim no Sub-Verso?». Pôs-se a imaginar e, lembrou-se de que quando era criança dizia que tinha descoberto uma passagem para outro mundo, completamente diferente do nosso, mas, ao mesmo tempo igualzinho. E igual porquê? Porque Gustavo dizia que tinha Galáxias, mas em vez de ter uma estrela por sistema (como o nosso), chegavam a ter quatro a cinco estrelas como o nosso Sol, no mínimo, que orbitavam umas á volta das outras. Ora, Gustavo chamou a essa passagem de Passagem da Virgem, mas ele não sabia mais nada para além disso e ansiava por saber muito mais. Então decidiu ir falar com o Presidente da República portuguesa, e propôs-lhe a planta de uma estação espacial. Aí o presidente diz:
	_Bem, nós ainda não temos estações espaciais desse calibre, ou seja, .... Amanhã ligo-lhe para confirmar se o poderá fazer.
	_Muito obrigado, Sr. Presidente. Aqui tem o meu contacto. - respondeu Gustavo.
	_ Obrigado Sr. ... Gustavo. – reforçou o Sr. Presidente da República.
	No dia seguinte, Gustavo recebe ordens para poder começar a construir a Estação Espacial. E, como todos os que querem mandar, Gustavo construiu a sua empresa. A Empresa Portuguesa do Espaço Longínquo (EPEL). A empresa ocupou o lugar do Aeroporto de Lisboa, que já não existia. Contratou alguns astronautas experientes, astrónomos e Geógrafos espaciais. E tentou fazer uma aliança André, e, por pouco, não o conseguiu.
	André, que também tinha a sua empresa chamada Instituto Inglês de Astronomia e Anatomia, mais conhecido por IMAQ, porque IIAA não iria fazer muito sentido. IMAQ significa Instituto Matemático Anatómico e Químico, pois também se estudava os limites da Matemática.
	No ano de 5096 o valor π já tinha mais de quarenta mil milhões de dígitos.
	Na EPEL, Gustavo continuava as suas pesquisas para encontrar um painel solar que conseguisse captara luz de qualquer estrela existente no espaço, nem que esta se encontrasse a mais de 60 parsec de distância dele, e que resistisse a qualquer temperatura desde -999 999 999 999 Cº aos 999 999 999 999 Cº.
	Passados 20 anos, já depois de Gustavo e André terem morrido, os cientistas que trabalhavam no IMAQ e na EPEL fizeram uma união das suas empresas e partilharam as suas informações. Nesse ano, com a autorização do chefe dos Kraylords, foi lançada uma nave tripulada para o Sub-Verso, para este ser explorado. Quando a nave voltou ficou a saber-se que ainda existiam, pelo menos, mais 10 Universos para se explorar e, alguns deles, por colonizar. As explorações continuaram a serem feitas por mais 200 anos, e vão ser descobertos mais de 20 Universos.


Pedro Matias</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>O Futuro com ET&#8217;s</p>
<p>	Tudo começou há muito tempo, quando os macacos começaram a andar nas duas patas traseiras e a usar as dianteiras para fabricar instrumentos que lhes eram úteis. O tempo passou, até que&#8230; BANG! Rebenta a guerra pela quarta vez em quatro mil anos. Estamos no ano 4950 e já há sinais da quarta guerra mundial por todo o planeta. Ouvem-se tiros, bombas e canhões a rebentarem-se uns aos outros, nos noticiários contam-se o número de vítimas, nos jornais vêem-se, nos cabeçalhos famílias destroçadas, tristes e muito descontentes. Todos os que podem fugir, fogem para o desconhecido, ou seja, para a Lua, para Marte, e há alguns que se atiram de pontes para o fim das suas vidas.</p>
<p>	Depois da guerra, todos ficam felizes e voltam para os seus lares. E com isto tudo estamos em 4980.<br />
	A população consegue resistir à crise e depois de tudo reconstruído com milhões e milhões de €uros, volta tudo ao normal.<br />
	Certo dia, numa província longínqua nasce miúdo com grande destino pela frente, mas para isso ele terá que tomar as decisões certas.<br />
	Do outro lado do mundo nasce outro rapaz também com grande destino pela frente, mas este, pelo contrário só tem duas opções para escolher. Uma delas levá-lo-á à fama e à fortuna, e a outra à miséria e à pobreza. Estes dois rapazes são muito parecidos e nascem os dois no dia 24 de Dezembro às 23horas 59 minutos e 58 segundos, no ano 5002.<br />
	Sem se saber como, eles vão parar à mesma Universidade, na cidadela de Sorto, na Estrelândia, no centro do Oceano Atlântico. A Estrelândia foi descoberta através das estrelas, pois em 3050 foi descoberta uma nova linguagem. A Linguagem das Estrelas, e com esta um novo tipo de escrita relacionado com as estrelas. Por exemplo: Na constelação da Ursa Maior está escrito: «Para poderes»; e na Ursa Menor: «Descobrir um novo país»; e se as relacionarmos com as constelações de Capricórnio e Sagitário acabamos por descobrir a frase: «Para poderes descobrir um novo país, no centro de cada oceano vais ter que mergulhar». E assim se descobriu a Estrelândia, mergulhando no centro de cada oceano conhecido.</p>
<p>	Mas voltando à história&#8230;<br />
	Os nossos rapazes conhecem-se na Universidade, pois enquanto procuravam alguém do seu país descobriram que falavam os dois a mesma língua, o português.<br />
	_Olá, como te chamas? – pergunta o rapaz que nasceu numa província.<br />
	_Olá, chamo-me Gustavo. E tu?<br />
	_Chamo-me André. Estás em que turma?<br />
	_Estou no curso C.2. E tu?<br />
	_Eu também estou nesse curso!<br />
	_Fixe! Sabes em que sala vamos ter aula agora? E qual a disciplina?<br />
	_Vamos ter aula de Química, na sala 3.02.<br />
	_Obrigado<br />
	TRIIIIMMM&#8230;<br />
	_UPS! Já lá devíamos estar. – disse o André.</p>
<p>	Passam-se 6 anos e ambos acabam o curso com boas notas. E nesse momento começam as grandes opções das suas vidas.<br />
	No ano seguinte conseguem ambos arranjar emprego. O André vai para Inglaterra, para o Instituto Astronómico de Londres (AIL). E o Gustavo para a América, onde vai trabalhar na NASA.<br />
	Com tudo isto a acontecer, já estamos no ano 5030. Nesta altura já existe uma tecnologia tão avançada que um IPod do século XXI era igual a um doce qualquer doce do século LI, ou seja, mais ou menos sessenta cêntimos. E um computador portátil com o tamanho 30cm x 30cm chegava a ter 240 GB de memória.<br />
	No dia 20 de Agosto de 5032, André descobre que existem dois Universos. O nosso e um outro, ao qual chamaram Sub-Verso. E umas semanas mais tarde, na NASA, Gustavo descobrem outro tipo de vida no Sub&#8211;Verso à qual deu o nome de Kraylords. Os Kraylords eram uns seres muito esquisitos que sabiam falar todas as línguas do Universo e do Sub-Verso, mas não sabiam nada sobre si próprios. Aqui vem ao de cima a primeira decisão, mas Gustavo não pôde decidir nada, pois o Governo Americano mandou para a Europa as decisões todas. E assim André decidiu, depois de ser autorizado pela União Europeia e pelo Governo Inglês, que devia pedir para quando algum habitante do planeta deles morresse, eles poderiam trazê-lo para o planeta Terra. E, depois de pensarem, os Kraylords acederam ao pedido e, como tinham um bom sistema de comunicação e podiam transferir qualquer ser para qualquer sítio, começaram a montar um aparelho de comunicação holográfica para poderem falar.<br />
	Depois de estar tudo pronto André contactou os melhores cirurgiões e cientistas do mundo, não se esquecendo do seu amigo Gustavo. Quando o Kraylord morto chegou fez-se logo uma troca de conhecimentos, pois a humanidade estava a ajudar os Kraylords a fazerem descobertas científicas favoráveis à sua evolução. Quando o corpo foi aberto saltou de lá de dentro um bicho parecido com uma enguia com duas grandes barbatanas laterais. Felizmente os cirurgiões tinham tomado medidas de precaução e, quando o bicho saltou, bateu com a cabeça num vidro à prova de bala. Este bichinho também foi examinado e, os cientistas determinaram-no como um portador de doenças e chamaram-lhe enguia-portadora, pois era portadora de doenças, e foi determinada como um animal da família dos anfíbios, porque conseguia viver dentro de tudo o que fosse líquido e tivesse oxigénio ou em terra, mas só se alimentava de plantas marinhas e &#8220;vegetais&#8221; marinhos ou do sangue de alguns seres.<br />
	Enquanto a equipa do grande descobridor do Sub-Verso, André, fazia grandes descobertas, Gustavo foi ficando com ciúmes e, certo dia, despediu-se da equipa e levou alguns corpos consigo para a América, voltando a trabalhar na NASA, durante o ano seguinte. Voltando depois ao país onde os seus pais e avós tinham nascido e vivido e construiu um museu com os ossos de Kraylord que tinha em sua posse. Depois de montar os esqueletos nos expositores, descobriu que, se olhasse com atenção para estes, conseguiria ver os pontos da constelação de Gémeos. Por isso, nessa noite, apontou o seu telescópio que ampliava 200 000 vezes o tamanho de Júpiter mais Saturno e descobriu uma luz mais brilhante que as outras todas, na ponta superior dessa constelação. Já estava quase a carregar no botão verde do seu telemóvel quando se lembrou que podia guardar aquela informação só para si. E nesse preciso momento Gustavo tomou a sua decisão, e esta era crucial para a sua vida. Mas, em vez de Gustavo ter feito a opção correcta ao não contar a sua descoberta ao seu amigo André, resolveu escolher usar aquela, e muitas outras descobertas como recurso, no caso de precisar de fazer chantagem com os Kraylords.<br />
	No dia seguinte, pôs-se a pensar naquele ponto mais brilhante, no céu e perguntou-se: «Como é que consegui ver o planeta deles, se este não está no nosso Universo mas sim no Sub-Verso?». Pôs-se a imaginar e, lembrou-se de que quando era criança dizia que tinha descoberto uma passagem para outro mundo, completamente diferente do nosso, mas, ao mesmo tempo igualzinho. E igual porquê? Porque Gustavo dizia que tinha Galáxias, mas em vez de ter uma estrela por sistema (como o nosso), chegavam a ter quatro a cinco estrelas como o nosso Sol, no mínimo, que orbitavam umas á volta das outras. Ora, Gustavo chamou a essa passagem de Passagem da Virgem, mas ele não sabia mais nada para além disso e ansiava por saber muito mais. Então decidiu ir falar com o Presidente da República portuguesa, e propôs-lhe a planta de uma estação espacial. Aí o presidente diz:<br />
	_Bem, nós ainda não temos estações espaciais desse calibre, ou seja, &#8230;. Amanhã ligo-lhe para confirmar se o poderá fazer.<br />
	_Muito obrigado, Sr. Presidente. Aqui tem o meu contacto. &#8211; respondeu Gustavo.<br />
	_ Obrigado Sr. &#8230; Gustavo. – reforçou o Sr. Presidente da República.<br />
	No dia seguinte, Gustavo recebe ordens para poder começar a construir a Estação Espacial. E, como todos os que querem mandar, Gustavo construiu a sua empresa. A Empresa Portuguesa do Espaço Longínquo (EPEL). A empresa ocupou o lugar do Aeroporto de Lisboa, que já não existia. Contratou alguns astronautas experientes, astrónomos e Geógrafos espaciais. E tentou fazer uma aliança André, e, por pouco, não o conseguiu.<br />
	André, que também tinha a sua empresa chamada Instituto Inglês de Astronomia e Anatomia, mais conhecido por IMAQ, porque IIAA não iria fazer muito sentido. IMAQ significa Instituto Matemático Anatómico e Químico, pois também se estudava os limites da Matemática.<br />
	No ano de 5096 o valor π já tinha mais de quarenta mil milhões de dígitos.<br />
	Na EPEL, Gustavo continuava as suas pesquisas para encontrar um painel solar que conseguisse captara luz de qualquer estrela existente no espaço, nem que esta se encontrasse a mais de 60 parsec de distância dele, e que resistisse a qualquer temperatura desde -999 999 999 999 Cº aos 999 999 999 999 Cº.<br />
	Passados 20 anos, já depois de Gustavo e André terem morrido, os cientistas que trabalhavam no IMAQ e na EPEL fizeram uma união das suas empresas e partilharam as suas informações. Nesse ano, com a autorização do chefe dos Kraylords, foi lançada uma nave tripulada para o Sub-Verso, para este ser explorado. Quando a nave voltou ficou a saber-se que ainda existiam, pelo menos, mais 10 Universos para se explorar e, alguns deles, por colonizar. As explorações continuaram a serem feitas por mais 200 anos, e vão ser descobertos mais de 20 Universos.</p>
<p>Pedro Matias</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Comentário em Composições escritas &#8211; Tema livre por ebco</title>
		<link>http://lp7c.wordpress.com/2008/10/27/composicoes-escritas-tema-livre/#comment-35</link>
		<dc:creator>ebco</dc:creator>
		<pubDate>Mon, 27 Oct 2008 18:06:32 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://lp7c.wordpress.com/?p=61#comment-35</guid>
		<description>As três irmãs


  Era uma vez três irmãs, que viviam com a mãe, porque o pai estava na guerra. 
  Estava na época de Natal e as três irmãs queriam dar presentes á mãe, mas não tinham dinheiro, o único dinheiro que tinham era para comprar coisas para elas, mas sabiam que a mãe precisava de algumas coisas.
  Guida foi a primeira a dizer que ia usar o seu dinheiro para comprar um par de chinelos para a mãe. A seguir foi Isabel a dizer que ia comprar um perfume.
  Mas Rita não sabia o que ia dar à mãe, já tinha pensado em flores, mas queria dar uma coisa útil, de seguida pensou numa jarra, mas a mãe já tinha muitas, então decidiu comprar uma fruteira.
  No dia seguinte foram todas ás compras, percorreram as lojas todas que havia ali por perto e finalmente, ao fim da tarde chegaram a casa, com um sacos enormes com embrulhos lindíssimos azuis e laços vermelhos.
  Faltava um dia para o dia de Natal, ou seja um dia para a sua mãe abrir as suas prendas.
  - Guida, Rita, Isabel, todas para a mesa! Jantar está pronto.
  - Já vamos mãe! – diziam todas em coro. – O que é o jantar?
  - Quando cá chegares vês! 
 - Brócolos com peixe cozido? Uhk! Odeio brócolos ! - dizia Rita.
  Mas Guida já estava habituada e disse-lhe:
  - Há tantos meninos pobres , sem comida e cheios de fome, e tu dás-te ao luxo de dizer que não gostas de brócolos?
  Mas nisto acabaram de comer todos os brócolos, depois do jantar o telefone tocou.
  E Isabel atendeu:
  - Pai! Olá, estás bom? Como é que estão a correr as coisas por aí? Quando é que voltas? 
  -Calma Isabel! Eu estou a caminho de casa. Agora tenho de ir, adeus! Beijinhos a todas.
  - Beijinhos, adeus e boa viagem!
  - Meninas, meninas o pai volta hoje.
Assim foram dormir, no dia seguinte era dia de Natal e quando acordaram depararam-se com bilhetes em cima das cabeceiras que mandaram ir depressa á sala e que havia uma surpresa á espera delas. 
  Ao lerem isto foram para a sala a correr.
  Quando lá chegaram viram o pai com um grande embrulho.
  - Pai, que saudades ainda bem que vieste.
  Abriram o grande embrulho e quando olharam viram três prendas mais pequenas:
  1ª- Uma viagem à Disneyland
  2ª- Uma televisão
  3ª- Um computador portátil
E assim foram buscar os seus presentes, a mãe adorou e com a família toda junta e uma viagem pela frente.
  Viveram felizes para sempre. 
     
Marta</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>As três irmãs</p>
<p>  Era uma vez três irmãs, que viviam com a mãe, porque o pai estava na guerra.<br />
  Estava na época de Natal e as três irmãs queriam dar presentes á mãe, mas não tinham dinheiro, o único dinheiro que tinham era para comprar coisas para elas, mas sabiam que a mãe precisava de algumas coisas.<br />
  Guida foi a primeira a dizer que ia usar o seu dinheiro para comprar um par de chinelos para a mãe. A seguir foi Isabel a dizer que ia comprar um perfume.<br />
  Mas Rita não sabia o que ia dar à mãe, já tinha pensado em flores, mas queria dar uma coisa útil, de seguida pensou numa jarra, mas a mãe já tinha muitas, então decidiu comprar uma fruteira.<br />
  No dia seguinte foram todas ás compras, percorreram as lojas todas que havia ali por perto e finalmente, ao fim da tarde chegaram a casa, com um sacos enormes com embrulhos lindíssimos azuis e laços vermelhos.<br />
  Faltava um dia para o dia de Natal, ou seja um dia para a sua mãe abrir as suas prendas.<br />
  &#8211; Guida, Rita, Isabel, todas para a mesa! Jantar está pronto.<br />
  &#8211; Já vamos mãe! – diziam todas em coro. – O que é o jantar?<br />
  &#8211; Quando cá chegares vês!<br />
 &#8211; Brócolos com peixe cozido? Uhk! Odeio brócolos ! &#8211; dizia Rita.<br />
  Mas Guida já estava habituada e disse-lhe:<br />
  &#8211; Há tantos meninos pobres , sem comida e cheios de fome, e tu dás-te ao luxo de dizer que não gostas de brócolos?<br />
  Mas nisto acabaram de comer todos os brócolos, depois do jantar o telefone tocou.<br />
  E Isabel atendeu:<br />
  &#8211; Pai! Olá, estás bom? Como é que estão a correr as coisas por aí? Quando é que voltas?<br />
  -Calma Isabel! Eu estou a caminho de casa. Agora tenho de ir, adeus! Beijinhos a todas.<br />
  &#8211; Beijinhos, adeus e boa viagem!<br />
  &#8211; Meninas, meninas o pai volta hoje.<br />
Assim foram dormir, no dia seguinte era dia de Natal e quando acordaram depararam-se com bilhetes em cima das cabeceiras que mandaram ir depressa á sala e que havia uma surpresa á espera delas.<br />
  Ao lerem isto foram para a sala a correr.<br />
  Quando lá chegaram viram o pai com um grande embrulho.<br />
  &#8211; Pai, que saudades ainda bem que vieste.<br />
  Abriram o grande embrulho e quando olharam viram três prendas mais pequenas:<br />
  1ª- Uma viagem à Disneyland<br />
  2ª- Uma televisão<br />
  3ª- Um computador portátil<br />
E assim foram buscar os seus presentes, a mãe adorou e com a família toda junta e uma viagem pela frente.<br />
  Viveram felizes para sempre. </p>
<p>Marta</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Comentário em Composições escritas &#8211; Tema livre por ebco</title>
		<link>http://lp7c.wordpress.com/2008/10/27/composicoes-escritas-tema-livre/#comment-34</link>
		<dc:creator>ebco</dc:creator>
		<pubDate>Mon, 27 Oct 2008 16:19:23 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://lp7c.wordpress.com/?p=61#comment-34</guid>
		<description>O Gonçalo e os seus animais

O Gonçalo é um menino que gosta muito de animais.
Gosta de passear os seus cães, que se chamam:
Simba;
Puxi;
Luna; 
Boneca, e
Pulga 
O Gonçalo tem muitos animais como: pombos, patos, peixes, rolas, galinhas, galos, perdizes, tartarugas e por fim 5 cães. 
Acorda bem cedo para os poder passear todos de manhã.
Os seus amigos estão sempre a dizer como é que é possível ter tantos animais dentro de uma casa só.
Ele gostaria de ter muitos outros animais, mas não pode porque já tem de mais.
Os pais dele embirram de mais porque às vezes ele fica a dormir e não vai passear os cães nem dar de comer aos outros animais.
Ele gostava de ter um hamster ou coisa assim para lhe fazer companhia porque os cães não podem entrar em casa.


            fim


Gonçalo</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>O Gonçalo e os seus animais</p>
<p>O Gonçalo é um menino que gosta muito de animais.<br />
Gosta de passear os seus cães, que se chamam:<br />
Simba;<br />
Puxi;<br />
Luna;<br />
Boneca, e<br />
Pulga<br />
O Gonçalo tem muitos animais como: pombos, patos, peixes, rolas, galinhas, galos, perdizes, tartarugas e por fim 5 cães.<br />
Acorda bem cedo para os poder passear todos de manhã.<br />
Os seus amigos estão sempre a dizer como é que é possível ter tantos animais dentro de uma casa só.<br />
Ele gostaria de ter muitos outros animais, mas não pode porque já tem de mais.<br />
Os pais dele embirram de mais porque às vezes ele fica a dormir e não vai passear os cães nem dar de comer aos outros animais.<br />
Ele gostava de ter um hamster ou coisa assim para lhe fazer companhia porque os cães não podem entrar em casa.</p>
<p>            fim</p>
<p>Gonçalo</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Comentário em Composições escritas &#8211; Tema livre por ebco</title>
		<link>http://lp7c.wordpress.com/2008/10/27/composicoes-escritas-tema-livre/#comment-33</link>
		<dc:creator>ebco</dc:creator>
		<pubDate>Mon, 27 Oct 2008 16:16:33 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://lp7c.wordpress.com/?p=61#comment-33</guid>
		<description>OS NOSSOS SONHOS REALIZADOS

Era uma vez uma menina chamada Cláudia, tinha 13 anos e adorava ser modelo. Um dia viu um anúncio numa revista para miúdos. Ela como adorava ser modelo inscreveu-se! Passado uma semana recebeu uma mensagem a dizer que no dia 27 de Novembro tem de estar em Lisboa ás 14:00 para ir fazer um book fotográfico.

 Ela ficou super contente foi logo mandar sms aos amigos a dizer que tinha sido escolhida. Chegou o grande dia e ela estava super nervosa, chegou lá fez o book e a partir daí foi chamada para todos os concursos de moda e para novelas!!!     

Cláudia</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>OS NOSSOS SONHOS REALIZADOS</p>
<p>Era uma vez uma menina chamada Cláudia, tinha 13 anos e adorava ser modelo. Um dia viu um anúncio numa revista para miúdos. Ela como adorava ser modelo inscreveu-se! Passado uma semana recebeu uma mensagem a dizer que no dia 27 de Novembro tem de estar em Lisboa ás 14:00 para ir fazer um book fotográfico.</p>
<p> Ela ficou super contente foi logo mandar sms aos amigos a dizer que tinha sido escolhida. Chegou o grande dia e ela estava super nervosa, chegou lá fez o book e a partir daí foi chamada para todos os concursos de moda e para novelas!!!     </p>
<p>Cláudia</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Comentário em Composições escritas &#8211; Tema livre por ebco</title>
		<link>http://lp7c.wordpress.com/2008/10/27/composicoes-escritas-tema-livre/#comment-32</link>
		<dc:creator>ebco</dc:creator>
		<pubDate>Mon, 27 Oct 2008 15:59:16 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://lp7c.wordpress.com/?p=61#comment-32</guid>
		<description>As minhas férias de Verão

 
Primeiro estive no centro de estudos &quot;Miguel&quot;, fui ao parque dos poetas, à praia, à piscina Oceânica, jogáva-mos, etc. Eu gostei mais da piscina Oceânica.

Depois fui às Caldas da Rainha. Fui para casa da minha prima Ju, brinquei, andei de bicicleta, calmas, paz, etc.

Depois fui ao Algarve, fui lá à praia, à piscina, à praia apanhar o marisco, etc. Eu comi uma massa de especial do meu pai.

E fui outra vez às Caldas da Rainha, foi a mesma coisa, mas fui a casa da outra prima chamada Joana.

Joana</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>As minhas férias de Verão</p>
<p>Primeiro estive no centro de estudos &#8220;Miguel&#8221;, fui ao parque dos poetas, à praia, à piscina Oceânica, jogáva-mos, etc. Eu gostei mais da piscina Oceânica.</p>
<p>Depois fui às Caldas da Rainha. Fui para casa da minha prima Ju, brinquei, andei de bicicleta, calmas, paz, etc.</p>
<p>Depois fui ao Algarve, fui lá à praia, à piscina, à praia apanhar o marisco, etc. Eu comi uma massa de especial do meu pai.</p>
<p>E fui outra vez às Caldas da Rainha, foi a mesma coisa, mas fui a casa da outra prima chamada Joana.</p>
<p>Joana</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Comentário em Composições escritas &#8211; Tema livre por ebco</title>
		<link>http://lp7c.wordpress.com/2008/10/27/composicoes-escritas-tema-livre/#comment-31</link>
		<dc:creator>ebco</dc:creator>
		<pubDate>Mon, 27 Oct 2008 15:57:50 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://lp7c.wordpress.com/?p=61#comment-31</guid>
		<description>“A amizade”

Ela chama-se Inês e andava numa turma que conhecia há muitos anos.
Mas de repente uma nova turma surgiu, já arranjou novas amigas a Isabel, a Beatriz e Catarina Moreira.
São agora as suas melhores amigas, faz tudo com elas.
Diverte-se muito.
Agora está sempre com elas.
Nunca mais se quer separar delas, tem muita confiança nelas.
Como se fosse a sua mãe.
Já fazem parte da vida dela.

Inês</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>“A amizade”</p>
<p>Ela chama-se Inês e andava numa turma que conhecia há muitos anos.<br />
Mas de repente uma nova turma surgiu, já arranjou novas amigas a Isabel, a Beatriz e Catarina Moreira.<br />
São agora as suas melhores amigas, faz tudo com elas.<br />
Diverte-se muito.<br />
Agora está sempre com elas.<br />
Nunca mais se quer separar delas, tem muita confiança nelas.<br />
Como se fosse a sua mãe.<br />
Já fazem parte da vida dela.</p>
<p>Inês</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Comentário em Composições escritas &#8211; Tema livre por ebco</title>
		<link>http://lp7c.wordpress.com/2008/10/27/composicoes-escritas-tema-livre/#comment-30</link>
		<dc:creator>ebco</dc:creator>
		<pubDate>Mon, 27 Oct 2008 15:56:36 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://lp7c.wordpress.com/?p=61#comment-30</guid>
		<description>O BIGORNA

  Era uma vez uma casa onde vivia um homem chamado Bigorna. Era grande, gordo e tinha uma mão que mais parecia um martelo com picos.

  Ele tinha a mania de assustar os vizinhos, um dia fartaram-se e juntaram-se todos para o assustar, assustaram-no de tal maneira que ele prometeu vingança.

 Até agora nunca mais o viram, mas dia 31 de Outubro ele elaborou a maior partida de todos os tempos. Mas os vizinhos não o deixaram a rir, quando  adormeceu pintaram-lhe a cara de verde o cabelo de cor-de-laranja e o corpo de azul. Quando ele acordou olhou para o espelho e deu um grito dos diabos, toda a gente ouviu, e os vizinhos só se riam.

Luís</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>O BIGORNA</p>
<p>  Era uma vez uma casa onde vivia um homem chamado Bigorna. Era grande, gordo e tinha uma mão que mais parecia um martelo com picos.</p>
<p>  Ele tinha a mania de assustar os vizinhos, um dia fartaram-se e juntaram-se todos para o assustar, assustaram-no de tal maneira que ele prometeu vingança.</p>
<p> Até agora nunca mais o viram, mas dia 31 de Outubro ele elaborou a maior partida de todos os tempos. Mas os vizinhos não o deixaram a rir, quando  adormeceu pintaram-lhe a cara de verde o cabelo de cor-de-laranja e o corpo de azul. Quando ele acordou olhou para o espelho e deu um grito dos diabos, toda a gente ouviu, e os vizinhos só se riam.</p>
<p>Luís</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Comentário em Composições escritas &#8211; Tema livre por ebco</title>
		<link>http://lp7c.wordpress.com/2008/10/27/composicoes-escritas-tema-livre/#comment-29</link>
		<dc:creator>ebco</dc:creator>
		<pubDate>Mon, 27 Oct 2008 15:53:57 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://lp7c.wordpress.com/?p=61#comment-29</guid>
		<description>A minha amiga Sofia e eu

Eu tenho uma amiga que se chama Sofia, tem 12 anos, tal como eu; nasceu um dia depois de mim.
É muita coincidência, mas somos amigas de infância e as nossas mães também se conheciam há muito tempo.
Gostamos as duas das mesmas coisas.
Ela gosta muito de pintar e desenhar: lápis, a caneta-de-feltro, a pastel, a aguarela, a guache e pastel de óleo.
A Sofia tem uma pasta com mais de 60 folhas desenhadas e pintadas.
Se acertasse no “euro milhões”, doava o seu dinheiro a canis e a gatis.
E ainda construía o seu próprio canil ou gatil e um hotel de 5 estrelas.
A Sofia adora animais; só que não os pode ter.
 Acha uma injustiça quando os donos abandonam os seus animais. Às vezes vêm-se cães todos sujos e cheios de fome, vagabundos.
O seu sonho é ter um animal; e quando o tiver ela disse-me que o ia mimar muito e cuidar muito bem dele.
Gostamos as duas das mesmas coisas, do mesmo estilo, da mesma música e de muito mais coisas.

Bia</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>A minha amiga Sofia e eu</p>
<p>Eu tenho uma amiga que se chama Sofia, tem 12 anos, tal como eu; nasceu um dia depois de mim.<br />
É muita coincidência, mas somos amigas de infância e as nossas mães também se conheciam há muito tempo.<br />
Gostamos as duas das mesmas coisas.<br />
Ela gosta muito de pintar e desenhar: lápis, a caneta-de-feltro, a pastel, a aguarela, a guache e pastel de óleo.<br />
A Sofia tem uma pasta com mais de 60 folhas desenhadas e pintadas.<br />
Se acertasse no “euro milhões”, doava o seu dinheiro a canis e a gatis.<br />
E ainda construía o seu próprio canil ou gatil e um hotel de 5 estrelas.<br />
A Sofia adora animais; só que não os pode ter.<br />
 Acha uma injustiça quando os donos abandonam os seus animais. Às vezes vêm-se cães todos sujos e cheios de fome, vagabundos.<br />
O seu sonho é ter um animal; e quando o tiver ela disse-me que o ia mimar muito e cuidar muito bem dele.<br />
Gostamos as duas das mesmas coisas, do mesmo estilo, da mesma música e de muito mais coisas.</p>
<p>Bia</p>
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