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Composições escritas – Tema livre Outubro 27, 2008

Filed under: Textos — ebco @ 3:05 pm

Seguem-se os textos escritos produzidos pelos alunos no dia 22 de Outubro e 2008.

 

14 Responses to “Composições escritas – Tema livre”

  1. ebco Says:

    SKATE

    Era uma vez um rapaz chamado Nelson.

    Um dia à tarde, como não tinha nada para fazer foi com uns amigos, ver os outros rapazes, a andar de skate.

    Um dos amigos do Nelson, tinha um skate e o Nelson como gostou das manobras dos outros e resolveu experimentar.

    Quando se punha em cima do skate, caia sempre mas com o treino começou a andar e até comprou um skate.

    Agora todos os dias anda de skate.

    Mas ele pensava que as manobras eram muito fáceis mas não! Começou então a ficar aborrecido por não conseguir aperfeiçoar os truques.

    Mas o seu amigo explicou-lhe que era preciso bastante treino e ensinou-lhe a fazer alguns truques.

    Hoje, o Nelson é um craque no skate.

    Nelson Filipe Albano Antunes

  2. ebco Says:

    Solidariedade

    Numa manhã de Inverno, uma rapariga chamada Sofia, estava a passear, com a sua cadela, no parque.
    De repente, ela encontrou vinte euros no chão. Foi a correr até casa, e quando chegou, contou aos pais e ao irmão o que encontrou.
    Os pais ficaram contentes, mas o irmão ficou um pouco ciumento.
    Solidariedade

    No dia seguinte vai mais uma vez passear com a cadela e decide ir comprar uma caixa de gelados. Quando vai a sair da gelataria, encontra um menino com fome, e pensou em dar-lhe um gelado. O menino ficou muito grato. Sofia quando chegou a casa contou aos pais o que se tinha passado e os pais dela, ficaram muito contentes e disseram que, o que ela tinha feito foi um acto de solidariedade, e como os pais ficaram contentes, deram-lhe cinco euros. Sofia aprendeu que se deve ser sempre solidária.

    Isabel

  3. ebco Says:

    O menino dos olhos verdes…

    Um dia, na escola, vi, que quase todos os alunos tinham os olhos verdes ou azuis.
    Aquela escola tinha, no máximo, duzentos alunos, e eu e mais cinco alunos tínhamos os olhos castanhos.
    No dia seguinte, fui falar com o professor do oitavo ano, e disse-lhe que estava muito triste, porque tinha os olhos castanhos. O professor achou piada, porque eu tinha perguntado o que devia fazer para ter os olhos verdes ou azuis, mas ele não me respondeu.
    Na aula de educação física caí e um menino de olhos verdes e loiro ajudou-me a levantar e foi comigo ao posto médico.
    A partir de ai, ficámos muito amigos, e certo dia voltei a perguntar o que tinha de fazer para ficar com os olhos azuis ou verdes. Ele respondeu-me que não se podia mudar de olhos, porque a Natureza que nos fez assim…
    E aí, fiquei a perceber que era tudo feito á vontade da Natureza…

    Ana Patrícia

  4. ebco Says:

    O que a Inês mais adora

    A Inês gosta muito de estar com os amigos e com a família e adora ir á praia e passear.
    A Inês anda na escola Conde de Oeiras na turma sétimo C, ela adora a sua turma.
    No fim-de-semana a Inês gosta de ir passear com a família e ir ás compras com a tia.
    Mas o que a Inês realmente gosta é estar no seu quarto a ouvir música e a navegar na Internet. A Inês passa horas a fio a pesquisar na Internet. Durante a semana quando ela não tem trabalhos, a Inês adora ir com o seu pai comprar o jantar e passear. Quando chove a Inês adora pôr-se á janela a ver, mas quando está Sol ela adora ir passear com os amigos na rua.
    A Inês adora jogar ao UNO com o irmão e as primas, a Inês adora ir a festas e tudo o que está relacionado com a felicidade.

    Inês

  5. ebco Says:

    O RESMUNGÃO

    Era uma vez uma aldeia chamada Olikomadoli, onde vivia um miúdo

    chamado Rodrigo. Esse rapaz ia à escola como todas as outra crianças,

    mas era diferente, porque sempre que lhe diziam alguma coisa ele respondia e estavam sempre a dizer-lhe que respondia mal, mas ele insistia que não era verdade. Era assim todos os santos dias, todas as professoras ou professores que ele já tinha tido lhe diziam a mesma coisa.

    Ás vezes até que conseguia não responder, mas era muito difícil porque já estava habituado. As professoras, professores e a mãe sabiam que era só ele querer que conseguia.

    Também não tinha grandes notas. Outra coisa que o irritava era a mãe dizer que era por causa de responder mal que tinha más notas. Todos diziam que respondia mal mas ele dizia que era por falar alto que parecia ser resmungão e mal educado.

    Um dia prometeu que ia mudar e é isso que ainda está a tentar fazer.

    Nunca é tarde para aprender e melhorar.

    Rodrigo

  6. ebco Says:

    “A onda de sonho”

    Era uma vez uma rapariga chamada Noami que vivia no Havai e tinha 16 anos.
    Ela adorava fazer surf. A vida dela era o surf, se não existisse o surf ela morria.
    Ela queria muito arranjar um patrocínio então foi a um campeonato com as melhores do mundo. Nesse dia Noami estava muito nervosa não só queria um patrocínio como também queria ganhar às melhores.
    Quando chegou de mostrar o que sabia a Noami ficou mais nervosa porque era agora o momento. Quando estava a fazer um tubo a Noami escorregou da prancha, enrolou-se na onda e bateu com a cabeça numa rocha. Rapidamente veio alguém socorre-la.
    Levaram-na de imediato para o hospital. Quando ela acordou, a primeira coisa que perguntou foi se tinha ganho o campeonato. Os pais explicaram-lhe o sucedido, a Naomi saiu do hospital e tentou voltar a surfar, mas tinha perdido toda a prática, ela ficou muito desiludida, mas a Noami não era rapariga para desistir.
    Passado um certo tempo a Noami, estava decidida a recuperar o tempo perdido e passados dois meses de treino a Naomi estava a surfista como era dantes.
    Mas ela ainda não tinha comprido o seu objectivo, ganhar o patrocinador e o campeonato.
    Como ela acreditava em si mesma, treinou muito e quando era a altura do campeonato ela estava a melhor surfista do Havai.
    Ela não só ganhou o campeonato como ganhou o patrocinador.

    Bruna

  7. ebco Says:

    A minha amiga Sofia e eu

    Eu tenho uma amiga que se chama Sofia, tem 12 anos, tal como eu; nasceu um dia depois de mim.
    É muita coincidência, mas somos amigas de infância e as nossas mães também se conheciam há muito tempo.
    Gostamos as duas das mesmas coisas.
    Ela gosta muito de pintar e desenhar: lápis, a caneta-de-feltro, a pastel, a aguarela, a guache e pastel de óleo.
    A Sofia tem uma pasta com mais de 60 folhas desenhadas e pintadas.
    Se acertasse no “euro milhões”, doava o seu dinheiro a canis e a gatis.
    E ainda construía o seu próprio canil ou gatil e um hotel de 5 estrelas.
    A Sofia adora animais; só que não os pode ter.
    Acha uma injustiça quando os donos abandonam os seus animais. Às vezes vêm-se cães todos sujos e cheios de fome, vagabundos.
    O seu sonho é ter um animal; e quando o tiver ela disse-me que o ia mimar muito e cuidar muito bem dele.
    Gostamos as duas das mesmas coisas, do mesmo estilo, da mesma música e de muito mais coisas.

    Bia

  8. ebco Says:

    O BIGORNA

    Era uma vez uma casa onde vivia um homem chamado Bigorna. Era grande, gordo e tinha uma mão que mais parecia um martelo com picos.

    Ele tinha a mania de assustar os vizinhos, um dia fartaram-se e juntaram-se todos para o assustar, assustaram-no de tal maneira que ele prometeu vingança.

    Até agora nunca mais o viram, mas dia 31 de Outubro ele elaborou a maior partida de todos os tempos. Mas os vizinhos não o deixaram a rir, quando adormeceu pintaram-lhe a cara de verde o cabelo de cor-de-laranja e o corpo de azul. Quando ele acordou olhou para o espelho e deu um grito dos diabos, toda a gente ouviu, e os vizinhos só se riam.

    Luís

  9. ebco Says:

    “A amizade”

    Ela chama-se Inês e andava numa turma que conhecia há muitos anos.
    Mas de repente uma nova turma surgiu, já arranjou novas amigas a Isabel, a Beatriz e Catarina Moreira.
    São agora as suas melhores amigas, faz tudo com elas.
    Diverte-se muito.
    Agora está sempre com elas.
    Nunca mais se quer separar delas, tem muita confiança nelas.
    Como se fosse a sua mãe.
    Já fazem parte da vida dela.

    Inês

  10. ebco Says:

    As minhas férias de Verão

    Primeiro estive no centro de estudos “Miguel”, fui ao parque dos poetas, à praia, à piscina Oceânica, jogáva-mos, etc. Eu gostei mais da piscina Oceânica.

    Depois fui às Caldas da Rainha. Fui para casa da minha prima Ju, brinquei, andei de bicicleta, calmas, paz, etc.

    Depois fui ao Algarve, fui lá à praia, à piscina, à praia apanhar o marisco, etc. Eu comi uma massa de especial do meu pai.

    E fui outra vez às Caldas da Rainha, foi a mesma coisa, mas fui a casa da outra prima chamada Joana.

    Joana

  11. ebco Says:

    OS NOSSOS SONHOS REALIZADOS

    Era uma vez uma menina chamada Cláudia, tinha 13 anos e adorava ser modelo. Um dia viu um anúncio numa revista para miúdos. Ela como adorava ser modelo inscreveu-se! Passado uma semana recebeu uma mensagem a dizer que no dia 27 de Novembro tem de estar em Lisboa ás 14:00 para ir fazer um book fotográfico.

    Ela ficou super contente foi logo mandar sms aos amigos a dizer que tinha sido escolhida. Chegou o grande dia e ela estava super nervosa, chegou lá fez o book e a partir daí foi chamada para todos os concursos de moda e para novelas!!!

    Cláudia

  12. ebco Says:

    O Gonçalo e os seus animais

    O Gonçalo é um menino que gosta muito de animais.
    Gosta de passear os seus cães, que se chamam:
    Simba;
    Puxi;
    Luna;
    Boneca, e
    Pulga
    O Gonçalo tem muitos animais como: pombos, patos, peixes, rolas, galinhas, galos, perdizes, tartarugas e por fim 5 cães.
    Acorda bem cedo para os poder passear todos de manhã.
    Os seus amigos estão sempre a dizer como é que é possível ter tantos animais dentro de uma casa só.
    Ele gostaria de ter muitos outros animais, mas não pode porque já tem de mais.
    Os pais dele embirram de mais porque às vezes ele fica a dormir e não vai passear os cães nem dar de comer aos outros animais.
    Ele gostava de ter um hamster ou coisa assim para lhe fazer companhia porque os cães não podem entrar em casa.

    fim

    Gonçalo

  13. ebco Says:

    As três irmãs

    Era uma vez três irmãs, que viviam com a mãe, porque o pai estava na guerra.
    Estava na época de Natal e as três irmãs queriam dar presentes á mãe, mas não tinham dinheiro, o único dinheiro que tinham era para comprar coisas para elas, mas sabiam que a mãe precisava de algumas coisas.
    Guida foi a primeira a dizer que ia usar o seu dinheiro para comprar um par de chinelos para a mãe. A seguir foi Isabel a dizer que ia comprar um perfume.
    Mas Rita não sabia o que ia dar à mãe, já tinha pensado em flores, mas queria dar uma coisa útil, de seguida pensou numa jarra, mas a mãe já tinha muitas, então decidiu comprar uma fruteira.
    No dia seguinte foram todas ás compras, percorreram as lojas todas que havia ali por perto e finalmente, ao fim da tarde chegaram a casa, com um sacos enormes com embrulhos lindíssimos azuis e laços vermelhos.
    Faltava um dia para o dia de Natal, ou seja um dia para a sua mãe abrir as suas prendas.
    – Guida, Rita, Isabel, todas para a mesa! Jantar está pronto.
    – Já vamos mãe! – diziam todas em coro. – O que é o jantar?
    – Quando cá chegares vês!
    – Brócolos com peixe cozido? Uhk! Odeio brócolos ! – dizia Rita.
    Mas Guida já estava habituada e disse-lhe:
    – Há tantos meninos pobres , sem comida e cheios de fome, e tu dás-te ao luxo de dizer que não gostas de brócolos?
    Mas nisto acabaram de comer todos os brócolos, depois do jantar o telefone tocou.
    E Isabel atendeu:
    – Pai! Olá, estás bom? Como é que estão a correr as coisas por aí? Quando é que voltas?
    -Calma Isabel! Eu estou a caminho de casa. Agora tenho de ir, adeus! Beijinhos a todas.
    – Beijinhos, adeus e boa viagem!
    – Meninas, meninas o pai volta hoje.
    Assim foram dormir, no dia seguinte era dia de Natal e quando acordaram depararam-se com bilhetes em cima das cabeceiras que mandaram ir depressa á sala e que havia uma surpresa á espera delas.
    Ao lerem isto foram para a sala a correr.
    Quando lá chegaram viram o pai com um grande embrulho.
    – Pai, que saudades ainda bem que vieste.
    Abriram o grande embrulho e quando olharam viram três prendas mais pequenas:
    1ª- Uma viagem à Disneyland
    2ª- Uma televisão
    3ª- Um computador portátil
    E assim foram buscar os seus presentes, a mãe adorou e com a família toda junta e uma viagem pela frente.
    Viveram felizes para sempre.

    Marta

  14. pedromatias19 Says:

    O Futuro com ET’s

    Tudo começou há muito tempo, quando os macacos começaram a andar nas duas patas traseiras e a usar as dianteiras para fabricar instrumentos que lhes eram úteis. O tempo passou, até que… BANG! Rebenta a guerra pela quarta vez em quatro mil anos. Estamos no ano 4950 e já há sinais da quarta guerra mundial por todo o planeta. Ouvem-se tiros, bombas e canhões a rebentarem-se uns aos outros, nos noticiários contam-se o número de vítimas, nos jornais vêem-se, nos cabeçalhos famílias destroçadas, tristes e muito descontentes. Todos os que podem fugir, fogem para o desconhecido, ou seja, para a Lua, para Marte, e há alguns que se atiram de pontes para o fim das suas vidas.

    Depois da guerra, todos ficam felizes e voltam para os seus lares. E com isto tudo estamos em 4980.
    A população consegue resistir à crise e depois de tudo reconstruído com milhões e milhões de €uros, volta tudo ao normal.
    Certo dia, numa província longínqua nasce miúdo com grande destino pela frente, mas para isso ele terá que tomar as decisões certas.
    Do outro lado do mundo nasce outro rapaz também com grande destino pela frente, mas este, pelo contrário só tem duas opções para escolher. Uma delas levá-lo-á à fama e à fortuna, e a outra à miséria e à pobreza. Estes dois rapazes são muito parecidos e nascem os dois no dia 24 de Dezembro às 23horas 59 minutos e 58 segundos, no ano 5002.
    Sem se saber como, eles vão parar à mesma Universidade, na cidadela de Sorto, na Estrelândia, no centro do Oceano Atlântico. A Estrelândia foi descoberta através das estrelas, pois em 3050 foi descoberta uma nova linguagem. A Linguagem das Estrelas, e com esta um novo tipo de escrita relacionado com as estrelas. Por exemplo: Na constelação da Ursa Maior está escrito: «Para poderes»; e na Ursa Menor: «Descobrir um novo país»; e se as relacionarmos com as constelações de Capricórnio e Sagitário acabamos por descobrir a frase: «Para poderes descobrir um novo país, no centro de cada oceano vais ter que mergulhar». E assim se descobriu a Estrelândia, mergulhando no centro de cada oceano conhecido.

    Mas voltando à história…
    Os nossos rapazes conhecem-se na Universidade, pois enquanto procuravam alguém do seu país descobriram que falavam os dois a mesma língua, o português.
    _Olá, como te chamas? – pergunta o rapaz que nasceu numa província.
    _Olá, chamo-me Gustavo. E tu?
    _Chamo-me André. Estás em que turma?
    _Estou no curso C.2. E tu?
    _Eu também estou nesse curso!
    _Fixe! Sabes em que sala vamos ter aula agora? E qual a disciplina?
    _Vamos ter aula de Química, na sala 3.02.
    _Obrigado
    TRIIIIMMM…
    _UPS! Já lá devíamos estar. – disse o André.

    Passam-se 6 anos e ambos acabam o curso com boas notas. E nesse momento começam as grandes opções das suas vidas.
    No ano seguinte conseguem ambos arranjar emprego. O André vai para Inglaterra, para o Instituto Astronómico de Londres (AIL). E o Gustavo para a América, onde vai trabalhar na NASA.
    Com tudo isto a acontecer, já estamos no ano 5030. Nesta altura já existe uma tecnologia tão avançada que um IPod do século XXI era igual a um doce qualquer doce do século LI, ou seja, mais ou menos sessenta cêntimos. E um computador portátil com o tamanho 30cm x 30cm chegava a ter 240 GB de memória.
    No dia 20 de Agosto de 5032, André descobre que existem dois Universos. O nosso e um outro, ao qual chamaram Sub-Verso. E umas semanas mais tarde, na NASA, Gustavo descobrem outro tipo de vida no Sub–Verso à qual deu o nome de Kraylords. Os Kraylords eram uns seres muito esquisitos que sabiam falar todas as línguas do Universo e do Sub-Verso, mas não sabiam nada sobre si próprios. Aqui vem ao de cima a primeira decisão, mas Gustavo não pôde decidir nada, pois o Governo Americano mandou para a Europa as decisões todas. E assim André decidiu, depois de ser autorizado pela União Europeia e pelo Governo Inglês, que devia pedir para quando algum habitante do planeta deles morresse, eles poderiam trazê-lo para o planeta Terra. E, depois de pensarem, os Kraylords acederam ao pedido e, como tinham um bom sistema de comunicação e podiam transferir qualquer ser para qualquer sítio, começaram a montar um aparelho de comunicação holográfica para poderem falar.
    Depois de estar tudo pronto André contactou os melhores cirurgiões e cientistas do mundo, não se esquecendo do seu amigo Gustavo. Quando o Kraylord morto chegou fez-se logo uma troca de conhecimentos, pois a humanidade estava a ajudar os Kraylords a fazerem descobertas científicas favoráveis à sua evolução. Quando o corpo foi aberto saltou de lá de dentro um bicho parecido com uma enguia com duas grandes barbatanas laterais. Felizmente os cirurgiões tinham tomado medidas de precaução e, quando o bicho saltou, bateu com a cabeça num vidro à prova de bala. Este bichinho também foi examinado e, os cientistas determinaram-no como um portador de doenças e chamaram-lhe enguia-portadora, pois era portadora de doenças, e foi determinada como um animal da família dos anfíbios, porque conseguia viver dentro de tudo o que fosse líquido e tivesse oxigénio ou em terra, mas só se alimentava de plantas marinhas e “vegetais” marinhos ou do sangue de alguns seres.
    Enquanto a equipa do grande descobridor do Sub-Verso, André, fazia grandes descobertas, Gustavo foi ficando com ciúmes e, certo dia, despediu-se da equipa e levou alguns corpos consigo para a América, voltando a trabalhar na NASA, durante o ano seguinte. Voltando depois ao país onde os seus pais e avós tinham nascido e vivido e construiu um museu com os ossos de Kraylord que tinha em sua posse. Depois de montar os esqueletos nos expositores, descobriu que, se olhasse com atenção para estes, conseguiria ver os pontos da constelação de Gémeos. Por isso, nessa noite, apontou o seu telescópio que ampliava 200 000 vezes o tamanho de Júpiter mais Saturno e descobriu uma luz mais brilhante que as outras todas, na ponta superior dessa constelação. Já estava quase a carregar no botão verde do seu telemóvel quando se lembrou que podia guardar aquela informação só para si. E nesse preciso momento Gustavo tomou a sua decisão, e esta era crucial para a sua vida. Mas, em vez de Gustavo ter feito a opção correcta ao não contar a sua descoberta ao seu amigo André, resolveu escolher usar aquela, e muitas outras descobertas como recurso, no caso de precisar de fazer chantagem com os Kraylords.
    No dia seguinte, pôs-se a pensar naquele ponto mais brilhante, no céu e perguntou-se: «Como é que consegui ver o planeta deles, se este não está no nosso Universo mas sim no Sub-Verso?». Pôs-se a imaginar e, lembrou-se de que quando era criança dizia que tinha descoberto uma passagem para outro mundo, completamente diferente do nosso, mas, ao mesmo tempo igualzinho. E igual porquê? Porque Gustavo dizia que tinha Galáxias, mas em vez de ter uma estrela por sistema (como o nosso), chegavam a ter quatro a cinco estrelas como o nosso Sol, no mínimo, que orbitavam umas á volta das outras. Ora, Gustavo chamou a essa passagem de Passagem da Virgem, mas ele não sabia mais nada para além disso e ansiava por saber muito mais. Então decidiu ir falar com o Presidente da República portuguesa, e propôs-lhe a planta de uma estação espacial. Aí o presidente diz:
    _Bem, nós ainda não temos estações espaciais desse calibre, ou seja, …. Amanhã ligo-lhe para confirmar se o poderá fazer.
    _Muito obrigado, Sr. Presidente. Aqui tem o meu contacto. – respondeu Gustavo.
    _ Obrigado Sr. … Gustavo. – reforçou o Sr. Presidente da República.
    No dia seguinte, Gustavo recebe ordens para poder começar a construir a Estação Espacial. E, como todos os que querem mandar, Gustavo construiu a sua empresa. A Empresa Portuguesa do Espaço Longínquo (EPEL). A empresa ocupou o lugar do Aeroporto de Lisboa, que já não existia. Contratou alguns astronautas experientes, astrónomos e Geógrafos espaciais. E tentou fazer uma aliança André, e, por pouco, não o conseguiu.
    André, que também tinha a sua empresa chamada Instituto Inglês de Astronomia e Anatomia, mais conhecido por IMAQ, porque IIAA não iria fazer muito sentido. IMAQ significa Instituto Matemático Anatómico e Químico, pois também se estudava os limites da Matemática.
    No ano de 5096 o valor π já tinha mais de quarenta mil milhões de dígitos.
    Na EPEL, Gustavo continuava as suas pesquisas para encontrar um painel solar que conseguisse captara luz de qualquer estrela existente no espaço, nem que esta se encontrasse a mais de 60 parsec de distância dele, e que resistisse a qualquer temperatura desde -999 999 999 999 Cº aos 999 999 999 999 Cº.
    Passados 20 anos, já depois de Gustavo e André terem morrido, os cientistas que trabalhavam no IMAQ e na EPEL fizeram uma união das suas empresas e partilharam as suas informações. Nesse ano, com a autorização do chefe dos Kraylords, foi lançada uma nave tripulada para o Sub-Verso, para este ser explorado. Quando a nave voltou ficou a saber-se que ainda existiam, pelo menos, mais 10 Universos para se explorar e, alguns deles, por colonizar. As explorações continuaram a serem feitas por mais 200 anos, e vão ser descobertos mais de 20 Universos.

    Pedro Matias


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